TERRA É SEMPRE TERRA

Sinopse/Enredo

Na fazenda Paiol Velho, o capataz Tonico dirige tudo com mão de ferro. Casado com Lina, uma mulher muito mais jovem, trata-a com indiferença. Seu único interesse é conseguir dinheiro, roubando as colheitas da fazenda. Na cidade, a dona da plantação decide mandar seu filho, João Carlos Marcondes, jogador inveterado e mulherengo, para cuidar do único negócio que sobrou para a família. No vilarejo vizinho, conhece várias pessoas que atraem o jovem para o jogo. A jogatina faz com que o jovem coloque a fazenda à venda. Tonico se oferece para comprar-lhe a plantação e, assim, pagar-lhe as dívidas de jogo. Tonico celebra a compra e, durante uma festa, fica sabendo que sua mulher terá um filho de João Carlos, sofrendo com isso um ataque cardíaco. A nova proprietária assume, mas nem tudo está perdido para os Marcondes.

Data: 1951

Local: São Paulo / SP / Brasil

Direção: Payne, Tom

Produtor: Cavalcanti, Alberto

Companhia produtora: Companhia Cinematográfica Vera Cruz

Fotografia: Fowle, Henry Chick

Roteiro: Cavalcanti, Alberto; Almeida, Guilherme de; Alameida, Abílio Pereira de

Cromia: BP

Duração: 85min

Gênero: Drama

Assuntos: Literatura, Café, Agricultura, Fazenda, Economia, Teatro, Adaptação para cinema, Jogo, Indústria

Identidades: Prado, Marisa, Barbosa, Zilda, Souza, Ruth de, Lage, Elianne, Schirm, Ilse, Almeida, Abílio Pereira de, Sérgio, Mário, Daki, Salvador, Biar, Célia, Machado, Albino, Matoso, José Queiroz, Campos, Ricardo, Machado Sobrinho, Consorte, Renato, Sarti, Constante, Barreto, Lima, Silva, Cid, Fornasari, Venério, Carvalh, A. C.

Categorias: Longa-metragem / Ficção / Nacional / Sonoro